Como está sua empregabilidade?

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O ponto vital para um executivo sempre será a avaliação do seu nível de empregabilidade, sendo este um tema evidenciado de forma exponencial em reuniões e salas de entrevistas. Vivemos em um tempo em que os ciclos de maturidade estão significativamente menores, o nível de exigência por competências técnicas é alto e o número de concorrentes é cada vez maior, o que nos obriga a executar um trabalho linear de excelência. Frequentemente, somos comparados a atletas de alto desempenho, ou seja, somos enquadrados no entendimento de que “o executivo não tem passado”; em outras palavras, isto significa que temos de construir resultados arrebatadores de forma constante se quisermos sobreviver com bons indicadores no mercado de trabalho.

Algumas pessoas são mais engajadas e comprometidas em apurar sua empregabilidade, contribuindo de forma expressiva para o seu nível de lembrança e notoriedade. Grandes profissionais, de diversas áreas, conquistaram tal feito, como o piloto Ayrton Senna, a apresentadora de televisão Hebe Camargo, o tenista Gustavo Kuerten e o empresário Jorge Paulo Lehmann. O que eles têm em comum? Todos possuem em seu DNA a postura de “estar preparado para todo e qualquer desafio”.

Muitos se questionam sobre qual a forma de estarem sempre preparados diante de tantas volatilidades no mercado, atuando diversas vezes sob pressão e inseridos em um ambiente de altas e constantes transformações. Tudo isso contribui para que grande parte dos profissionais, de fato, não esteja pronta para futuras demandas e tampouco para construir uma rede de relacionamentos ativa.  Neste caso, agir com praticidade e resiliência pode ser determinante.

O que temos atualmente no mercado é uma procura por profissionais com postura e comportamento voltados para a gestão da “Adversidade e Diversidade”, o que significa, na prática, que temos de estar prontos para os desafios de liderar e ser liderados, adequando-se a culturas e valores diferentes dos nossos, além da orientação por resultados mais rápidos e aderentes às reais necessidades do ambiente. Em contra partida, existem aqueles profissionais que, além de não possuírem tal habilidade, também têm lacunas técnicas, como a falta de conhecimento sobre determinada função ou de fluência em idiomas.

Diante disso, a recomendação é que tenhamos, de fato, uma mentalidade diferenciada, mantendo a postura de avaliar e executar situações do cotidiano de maneira prática, sem procrastinação e sendo resolutivos. Assim, entendemos com este tema que precisamos sair da nossa zona de conforto e fazermos uma reflexão sobre como realmente estamos sendo valorizados em um mercado complexo e com alta volatilidade, a fim de nos mantermos como profissionais interessantes para empresas e headhunters.

 

Artigo escrito por:

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Rogerio Rego
Head da Adecco Professional

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